Leia Coluna do Airton Engster dos Santos no Jornal Nova Geração de Estrela

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Ronda Policial Rio Grande do Sul - 14 de janeiro de 2016



Um menino de sete anos morreu afogado no rio Uruguai, na tarde desta quarta-feira, em Itaqui, na fronteira Oeste. Identificado como Matheus Fagundes Serres, teve seu corpo encontrado boiando na água e será submetido a perícia. A criança estava com o pai, Tafarel de Souza Serres, que está desaparecido. Os bombeiros mantêm, com a ajuda de uma equipe de São Borja, as buscas no local. O caso ocorreu na área do porto da cidade, onde a correnteza do rio é fraca. Segundo informações preliminares da Brigada Militar, os pais de Matheus estavam separados e a criança havia saído para passear com Tafarel. 

Um carro argentino com placas adulteradas foi parado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no início da tarde desta quarta-feira, no km 424 da BR 386, em Montenegro. O veículo foi abordado em função de várias denúncias sobre a direção imprudente do condutor, um argentino de 30 anos que vinha do litoral catarinense. Para driblar a fiscalização e não ser flagrado pelos radares, o motorista alterou duas letras da placas, transformando o “C” em “O”. O argentino só foi liberado após regularizar a situação e pagar multa.

O sepultamento da contadora Isabel Cristina Grandini Dias, 47 anos, ocorreu sob forte sentimento de tristeza e pesar, na manhã desta quarta-feira, no cemitério João XXIII, no bairro Azenha, em Porto Alegre. Ela foi baleada e morta durante uma tentativa de assalto no bairro Jardim Ypu, na noite de segunda-feira. Três criminosos atacaram a vítima que chegava na frente da casa da irmã, onde medicaria um cachorro já que a família estava na praia. Os parentes e amigos destacaram a ética, solidariedade e generosidade dela em vida. 

A audiência do processo criminal da morte de Ronei Wilson Jurkfitz Faleiro Júnior, de 17 anos, morto em agosto do ano passado, ocorreu ao longo desta quarta-feira no Fórum de Charqueadas. Foram ouvidas 19 testemunhas de acusação. O pai do adolescente foi o primeiro a depor. Ronei Wilson Jurkfitz Faleiro se emocionou diversas vezes ao recordar o fato. “A pior coisa que poderia acontecer com um ser humano já aconteceu comigo”, lamentou ao se referir sobre a perda do filho. Ele reconheceu um dos agressores e relatou estar sofrendo ameaças.

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