Economia - 15 de agosto de 2016


O índice de preços ao consumidor da Fundação Getulio Vargas (IPC/FGV) mostra que o café da manhã está pesando mais no bolso do brasileiro. Os principais itens da cesta subiram em média quase 22% nos últimos 12 meses, com dados até julho de 2016. O resultado está muito acima da inflação apurada pelo IPC/FGV, que registrou elevação de 8,37% no mesmo período. Todos os itens registraram alta.

Os vilões do café da manhã são: açúcar cristal, com aumento de 56,72%; leite tipo longa vida, que subiu 43,72%; e manteiga, 41,68% mais cara. Já os aumentos mais discretos foram de bebidas de soja (7,13%), pão de forma diet/light (7,74%) e mortadela (8,85%). A tabela dos itens segue abaixo.

Variação média dos itens do café da manhã, acumulada de ago/15 a jul/16, em %
Geral: 21,79% 
Biscoitos: 9,34% 
Pão francês: 10,99% 
Pão de forma: 15,99% 
Bolo pronto: 15,63% 
Pão doce: 10,24% 
Açúcar refinado: 51,07% 
Açúcar cristal: 56,72% 
Iogurte natural ou com polpa de fruta: 12,85% 
Leite tipo longa vida: 43,72% 
Manteiga: 41,68% 
Queijo minas: 19,43% 
Queijo prato: 19,92% 
Mortadela: 8,85% 
Presunto: 11,22% 
Margarina: 14,13% 
Café em pó: 19,15% 
Sucos de fruta: 9,38% 
Bebidas de soja: 7,13% 
Iogurte diet/light: 14,93% 
Refrigerante diet/light: 15,6% 
Pão de forma diet/light: 7,74%

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