Ronda Policial Rio Grande do Sul - 17 de agosto de 2016


Familiares, médicos, entidades de classe e colegas de estudos de Graziela Muller Lerias se reuniram em uma manifestação contra a violência e em homenagem à médica de 32 anos que foi brutalmente assassinada na noite de domingo, na zona Norte de Porto Alegre. O ato começou às 16h, em frente ao Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul, na avenida Independência.

Andressa Thomazi Schmidt, que completaria 31 anos, foi encontrada morta, no porta-malas de um carro, por volta das 23h, em Santa Maria, região Central do Estado. O Gol - que pertence à mãe da vítima, mas era usado por Andressa para serviço de táxi executivo - estava estacionado na rua Oswaldo Carvalho Nascimento, bairro Cohab Tancredo Neves.

Andressa - que é filha do ex-vereador e radialista Paulo Sidinei Schmidt - estava desaparecida desde a madrugada de domingo. Ela foi vista pela última vez em um bar na avenida Borges de Medeiros.

Aparentemente, não havia sinais de violência no corpo de Andressa. 

Um homem foi encontrado morto na manhã desta terça-feira no bairro Rubem Berta, na zona Norte de Porto Alegre. A vítima, ainda não identificada, foi alvejada a tiros na Rua dos Maias, pouco antes das 6h. O local está isolado para a realização de perícia.

Conforme a Polícia Civil, além da vítima fatal, uma pessoa ficou ferida.

Um jovem morreu e um militar do Exército ficou ferido em um atentado a tiros na manhã desta terça-feira (16) no bairroRubem Berta, zona norte de Porto Alegre. Conforme a Polícia Civil, as vítimas aguardavam ônibus na Rua dos Maias para ir ao trabalho quando foram atacadas por criminosos em uma motocicleta.

Cinco disparos vitimaram Janderson Bitencourtt, 20 anos. Na mochila dele, foram encontrados uniformes de uma empresa de segurança. O jovem não tinha nenhum antecedente criminal. Ao lado dele, o militar Gabriel Borges, 21 anos, foi atingido por ao menos um tiro. Ele foi levado no Hospital Cristo Redentor, na zona norte, onde passa por atendimento.

O delegado plantonista do Departamento de Homicídios Leandro Bodóia Araújo afirmou que ainda não há hipótese para a motivação do crime. Neste momento, a linha de investigação mais forte é de uma execução, mas um latrocínio não é descartado. Segundo testemunhas, os criminosos não falaram nada - apenas atiraram. 

Após o crime, a dupla fugiu na motocicleta. A Brigada Militar fez buscas, mas ninguém foi preso até o momento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário