Notícias do Mundo, Brasil, Rio Grande do Sul e Vale do Taquari - 23 de agosto de 2016

Univates:

Estão abertas, até o dia 3 de setembro, as inscrições para alunos interessados em realizar intercâmbio acadêmico no primeiro semestre de 2017. Neste semestre, a Univates oferece mais de 100 vagas de intercâmbio em 32 instituições de 19 países.

Vale do Taquari:

Diretora da Venax encanta participantes
do Encontro Empresarial Acil-Sebrae

Lajeado – “Não fazemos só eletrodomésticos, fazemos produtos diversificados. Dá mais trabalho, mas o resultado vale a pena” afirma Fabiana Bergamaschi, diretora-executiva da Venax Eletrodomésticos, de Venâncio Aires. Com esta e outras afirmações, a empresária contou o belo case da empresa que é única no ramo no Rio Grande do Sul. Atua há 31 anos no mercado brasileiro e exporta seus produtos para 43 países.

A exposição, intitulada “Case Venax: criatividade e gestão na busca de resultados”, encantou os cerca de 50 empresários e executivos que participaram nesta quinta-feira (18.08) da primeira edição deste ano do evento “Encontros Empresariais” promovido pela Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Vales do Taquari e Rio Pardo.

Rio Grande do Sul:

O ex-vereador e ex-deputado estadual Pedro Américo Leal, de 92 anos, morreu nesta segunda-feira, após 16 dias internado no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Vítima de parada cardíaca, Leal também sofria de Mal de Alzheimer. O velório ocorre nesta terça-feira, das 9h às 17h, na Assembleia Legislativa. Ainda não há informações sobre o sepultamento do corpo.

Carioca, Pedro Américo Leal chegou a Porto Alegre em 1944. Teve sete filhos com Carmen Ibañez, incluindo a hoje vereadora Mônica Leal, além de 21 bisnetos. Era professor de Educação Física, psicólogo, jornalista e coronel do Exército. Na carreira militar, comandou a 1° Cia de Guarda de Porto Alegre. Também ocupou as funções de Chefe de Polícia, diretor da Escola de Polícia e presidente da Cruz Vermelha.

Brasil:

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encaminhou nesta segunda-feira, ao Ministério de Relações Exteriores, o relatório sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff a ser remetido à Organização dos Estados Americanos (OEA). O relatório contém informações detalhadas sobre os procedimentos e a jurisprudência adotada no processo, as leis brasileiras observadas no trâmite e o rito adotado desde o acatamento da denúncia até a admissibilidade na Câmara dos Deputados.

O documento é uma resposta ao pedido de informações feito pela OEA após ser provocada por parlamentares do PT sob a alegação de que o processo em curso no Brasil é um golpe institucional. No texto, Maia diz que a reclamação feita pelos parlamentares petistas é “improcedente, descabida e sem nenhum fundamento constitucional, legal e jurisprudencial”.

“Em síntese, não houve nenhuma violação ao texto Constitucional e à lei que rege a matéria. E, em consequência, assegurou-se a mais ampla defesa, com todos os recursos dela decorrentes, incluindo várias ações impetradas perante o Supremo Tribunal Federal. Ademais, o rito seguido foi dando rigoroso cumprimento às normas constitucionais e legais e mais ainda àquele definido pelo próprio Supremo Tribunal Federal”, diz o relatório produzido pela Câmara.

O mesmo pedido de informações foi feito pela OEA ao Senado. A previsão era que o relatório produzido pela Advocacia-Geral do Senado também fosse enviado hoje às 18h, mas a Casa ainda não confirmou se o documento foi encaminhado ao Itamaraty ou à OEA.

Mundo:

A concessão de prisão domiciliar para condenados por crimes de lesa-humanidade na última ditadura (1976-83) gerou polêmica na Argentina, depois que um tribunal concedeu esse benefício ao emblemático ex-chefe de Polícia Miguel Etchecolatz, condenado à prisão perpétua.

Na última sexta-feira, dois juízes da cidade de La Plata, autorizaram a prisão domiciliar de Etchecolatz, de 87 anos, alegando "questões humanitárias", ou simplesmente sua idade avançada, e geraram indignação entre vítimas diretas, testemunhas nos julgamentos e organismos de direitos humanos.

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