Últimas Notícias - 27 de abril de 2016



A comissão do impeachment no Senado deve votar no dia 6 o relatório do processo contra a presidente Dilma. PMDB e PSDB comandarão a comissão: Raimundo Lira (PMDB-PB) será o presidente e Antonio Anastasia (PSDB-MG), o relator.

O governo entrou com recurso na Câmara para anular a sessão que votou pela continuidade do processo. A Advocacia-Geral da União (AGU) alega irregularidades e pede nova votação.

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) se reuniu com o ex-presidente Lula e,depois, com Dilma. Amanhã será a vez do vice-presidente, Michel Temer, e do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). "Entendo que meu papel é esse: conversar", disse.

Aécio afirmou que o PSDB não deve se opor que filiados ocupem cargos em eventual governo de Temer. O vice-presidente recebeu centrais sindicais para discutir propostas para a economia e, depois, políticos de PMDB, PSDB e PR na vice-presidência.

O STF decidiu manter preso o presidente afastado da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e mandar para a prisão domiciliar 2 ex-executivos da empreiteira, que também foram detidos há mais de 10 meses: Rogério Araújo e Márcio Faria. Ambos serão monitorados com tornozeleira eletrônica

Delator da Lava Jato, o lobista Fernando Baiano confirmou ao Conselho de Ética da Câmara que entregou R$ 4 milhões de propina pessoalmente a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e que o dinheiro veio do esquema de corrupção na Petrobras.

O Conselho de Ética recebeu uma petição com 1,3 milhão de assinaturas que pede a cassação do mandato de Cunha

O Brasil teve 91 mil casos prováveis de zika em 2016, sendo mais de 31 mil deles confirmados, segundo o Ministério da Saúde. É a 1ª vez que um levantamento é divulgado. Foram registrados também 802 mil casos suspeitos de dengue e 39 mil de chikungunya.

Já os casos confirmados de microcefalia chegaram a 1.198. Destes, 194 testaram positivo para o vírus da zika.

Foram presos hoje policiais que investigavam o mega-assalto a uma empresa de transporte de valores de Campinas (SP). Eles são suspeitos de corrupção e extorsão, e um saco de dinheiro foi encontrado na casa de um dos presos.

A maioria das 897 pessoas assassinadas na cidade de SP em 2015 é preta ou parda, homem e tinha entre 18 e 20 anos, segundo levantamento feito pelo SPTV. Já os latrocínios - roubo seguido de morte - têm outro perfil: a maior parte das vítimas tinha entre 36 e 38 anos e eram brancos.

Fonte G1

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