Notícias da Univates, Vale do Taquari, Rio Grande do Sul, Brasil - 13 de junho de 2016


Univates:

Nesse domingo, dia 12, a Univates realizou mais um Vestibular de Inverno. Dentro da sala, a pressão tomou conta dos candidatos, mas do lado de fora, o pessoal aproveitou o sol para espantar o frio. Quem esperava pelos futuros “bixos” também teve a oportunidade de participar de um coquetel na cafeteria do Centro Cultural Univates.

Vale do Taquari:

Tiveram início as obras de pavimentação da Rua General Osório, no Bairro Boa União, em Estrela. O asfaltamento da via, a partir do fim do trecho já pavimentado da Rua João Lino Braun, totaliza em 3.846 metros quadrados. Os trabalhos estão sendo executados pela empresa Conpasul, vencedora de concorrência. A obra tem um custo de R$ 482,4 mil, oriundos do governo federal, conforme convênio firmado entre a prefeitura e o Ministério do Turismo. Contempla o asfaltamento, drenagem - com a colocação de bueiros transversais à pista – e a sinalização horizontal (pintura da pista) e vertical (colocação de placas). 

O asfaltamento deste trecho trará benefícios para o município, possibilitando o acesso ao Distrito de Costão e ao município de Colinas através do Bairro Boa União, não havendo mais a necessidade de utilizar a BR-386, como ocorre hoje. Vai contemplar também o roteiro turístico Delícias da Colônia, pois a Rua General Osório dá acesso a um dos empreendimentos que fazem parte do roteiro, levando aos demais pontos localizados em Costão, Colinas e Imigrante. A obra deve estar concluída num prazo de 60 dias. 

Rio Grande do Sul:

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa (CCJ) dá início nesta semana às discussões sobre a cassação do mandato do deputado Mário Jardel (PSD). O processo já foi aprovado por unanimidade na Comissão de Ética.

Na terça-feira, será escolhido o deputado que será o relator do processo na CCJ. Depois de eleito, a comissão terá cinco sessões plenárias até a apreciação do relatório. Se confirmada esta previsão, o relatório seria votado na CCJ no próximo dia 21 de junho.

“O relator será escolhido na próxima terça-feira, dia 14. Nós vamos dar preferência a um parlamentar que queira fazer o relatório. Se ninguém quiser, o relator será escolhido pela grade da Comissão, que funciona como uma espécie de rodízio”, afirmou o deputado Vilmar Zanchin (PMDB), presidente da CCJ.

Depois da votação na CCJ, se o relatório recomendar a cassação, o tema será levado à Mesa Diretora. Cabe à Mesa repassar a discussão ao plenário da Assembleia.

Alvo de Operação do Ministério Público, Jardel é acusado de ficar com parte dos salários de funcionários do gabinete, falsificar notas fiscais para receber diárias, possuir funcionário fantasma e até mesmo comprar drogas com dinheiro público. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por crimes como peculato, uso de documento falso, concussão e de pertencer a organização criminosa.

Brasil:

A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal para investigar o senador Romário (PSB-RJ) pela suspeita de receber caixa 2 de campanha na eleição de 2014. A suspeita é que a empreiteira Odebrecht tenha dado R$ 100 mil ao senador.

Mundo:

Autoridades norte-americanas e de outros países expressaram indignação ante o massacre em uma boate gay em Orlando, na Flórida, que deixou 50 mortos e 53 feridos. O presidente Barack Obama falou classificou o ataque como um "ato de terror e de ódio". Os três pré-candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Bernie Sanders, pelos democratas, e Donald Trump, do Partido Republicano, também se manifestaram.

Obama disse que o massacre é o maior da história norte-americana e que o FBI (a polícia federal dos EUA) está investigando o ataque como "ato de terrorismo". "Uma boate é um lugar de solidariedade e empoderamento. A tragédia de hoje nos lembra ainda o quão fácil é adquirir armas na América", acrescentou o presidente norte-americano, em um pronunciamento à nação.

O governador da Flórida, o republicano Rick Scott, disse estar com o "coração partido" com o ataque. "Este é claramente um ato de terrorismo. É revoltante. Isso faz com que cada americano fique triste hoje", disse, exaltando também o trabalho dos profissionais da polícia e dos bombeiros que trabalharam para socorrer as vítimas.

Uma linha de investigação suspeita que o autor do massacre, o descendente de afegãos Omar Mateen, teria agido por motivação religiosa. O pai do rapaz, Mir Seddique, refutou esta tese e disse acreditar em homofobia. Ele contou que uma vez o seu filho ficou furioso quando viu dois homens se beijando em Miami, há alguns meses.

O coordenador regional da Flórida do Conselho de Relações Islâmico-Americanas, Rasha Mubarak, ofereceu os pêsames às famílias. "A comunidade muçulmana se une aos nossos colegasamericanos no repúdio a este terrível ato de violência", afirmou.

O bilionário republicano Donald Trump, que já sugeriu a expulsão de muçulmanos caso seja eleito presidente dos EUA, disse estar orando pelas vítimas e suas famílias. Pelo Twitter, ele pediu ainda "tenacidade e vigilância" contra o terrorismo radical islâmico.

Do lado democrata, as reações foram menos polêmicas. À rede de TV NBC, o senador Bernie Sanders disse esperar que todos os familiares do tiroteio possam se recuperar. No Twitter, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton disse que seus pensamentos "estão com as pessoas afetadas por este ato horrível".

O ataque também provocou reações de autoridades ao redor do planeta. O papa Francisco disse ter "o mais profundo sentimento de horror e condenação". O pontífice denunciou ainda "a loucura homicida e o ódio sem sentido" e disse que se une às famílias das vítimas em uma corrente de "oração e compaixão".

O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, disse que "o coração dos italianos está com os nossos irmãos norte-americanos". Por meio de um comunicado, o presidente da França, François Hollande, expressou "todo o suporte da França e das autoridades do país com as vítimas e familiares do massacre"

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