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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Notícias do Mundo, Brasil, Rio Grande do Sul e Vale do Taquari - 06 de setembro de 2016



Univates:

Quatro novas atrações foram anunciadas pelo Teatro Univates para integrarem a programação de espetáculos nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro. Confira:

Alcemar e a Mascada Perdida
No dia 24 de setembro, a partir das 21h, o Teatro Univates recebe a peça teatralAlcemar e a Mascada Perdida. A comédia, que é estrelada pelo humorista Pedro Smaniotto, do programa Pretinho Básico, da Rede Atlântida, conta a história do pedreiro Alcemar, um homem puro, apaixonado pela vida e por suas aves: aves que são raras, selvagens e exóticas. Solitário, ele não tem ideia da surpresa que o destino lhe reservou: um poder que nenhum ser humano, nenhum rei, nenhum povo jamais conseguiu alcançar. A classificação etária é de 14 anos e os valores dos ingressos variam entre R$ 25,00 e R$ 100,00.

Festival Kids
Integrando música, dança, teatro e interação com o público, o espetáculoFestival Kids apresenta-se no dia 15 de outubro no Teatro Univates. A partir das 19h, a magia e o encanto dos grandes personagens do gênero infantil da atualidade se encontram nesse espetáculo especialmente dedicado às crianças. Repleta de nomes conhecidos pelos pequenos, a programação é marcada pela interação dos personagens com o público e os efeitos especiais de luz e neve são ingredientes da montagem que despertam a imaginação do público infantil. Entre os personagens estão: Elsa, o boneco Olaf, os Minions, a Família Pig, a Pantera Cor-de-Rosa, os personagens do Show da Luna, Mickey Mouse, Bob Esponja, Lula Molusco e Patrick. Os ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 25,00. 

Nenhum de Nós
Já em novembro, no dia 10, a banda Nenhum de Nós realiza, às 21h, o pré-lançamento nacional do show acústico “1 + 2 = 30”, no Teatro Univates. Comemorando 30 anos de carreira em outubro e com consistente marca de mais de 1,9 mil shows e participações em festivais, além de milhares de discos vendidos, a banda já recebeu inúmeros prêmios e destaques, reconhecimento de público e crítica. O grupo possui uma imensa legião de fãs no Brasil e em países do Mercosul. Mantendo a mesma formação desde seu início, foi pioneira no rockbrasileiro ao incluir o acordeon entre seus instrumentos. Depois da Univates, a banda se apresenta em Porto Alegre, no Theatro São Pedro, em dezembro, e outras cidades do país recebem o show a partir de 2017. Os ingressos variam entre R$ 25,00 e R$ 60,00.

GPS Gaza
No dia 2 de dezembro, sexta-feira, o Teatro Univates recebe a peça GPS Gaza, a partir das 20h. Com duas atrizes e uma tela, diferentes vozes, projeções e cenas que vão do cômico ao dramático, o espetáculo faz referência à conhecida Faixa de Gaza, no Oriente Médio. Porém, a peça não se debruça apenas sobre os problemas de judeus e palestinos: percorre o mundo – em grandes guerras ou nos conflitos cotidianos da convivência –, em locais onde até Deus é vendido de acordo com interesses políticos e econômicos. A dramaturgia é livremente criada a partir de fragmentos de textos, depoimentos, músicas, filmes, referências e inspirações diversas. A classificação etária é de 14 anos e os ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 20,00.

Os ingressos para todos os espetáculos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no site www.ingressorapido.com.br. O horário de atendimento da bilheteria é de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 22h30min. Mais informações pelo telefone (51) 3714-7000, ramal 5944, ou pelo e-mailbilheteria@univates.br.

Vale do Taquari:

Ministro do Trabalho ouve sugestões de entidades para a reforma trabalhista, em Lajeado, no Vale do Taquari
A reunião-almoço foi realizada no Weaind Hotel e contou com a presença de mais de 30 lideranças regionais. 

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira veio até a cidade depois de uma solicitação da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC VT) e da Associação Comercial, Industrial de Lajeado(ACIL). Na semana passada, ele não pode comparecer a audiência marcada em Porto Alegre com as entidades regionais, em virtude do processo de impeachment de Dilma no Senado. 

Em Lajeado, Ronaldo Nogueira afirmou que desde que assumiu o ministério está promovendo uma mudança interna para diminuir os custos operacionais. “Só na área de Tecnologia de Informação, o MT tem 32 contratos milionários. Esperamos até o início de 2017, uma redução de 35 a 40% nas despesas.” 

Mas o assunto principal da reunião-almoço foi a reforma trabalhista. O ministro garantiu que as propostas do governo devem ser encaminhadas para o Congresso Nacional, até a 1a quinzena de dezembro. “Vamos trabalhar para atualizar, consolidar e simplificar as leis. A legislação atual traz margem para uma interpretação subjetiva e isso não pode mais ser uma realidade no Brasil.”

Ele reconheceu que talvez esse não seria momento mais adequado para a mudança, mas ela precisa ser feita, o Brasil não tem como esperar. O presidente da CIC VT Ito Lanius afirmou que as entidades presentes estão abertas para ajudar na construção da legislação trabalhista. “O nosso objetivo é consolidar o Vale do Taquari para mostrar que a região está disposta a construir e contribuir com a modernização das leis, para que o empreendedorismo não seja prejudicado.”

Alex Schmitt, da ACIL ressaltou que as lideranças regionais apoiam o governo de Michel Temer. O advogado manifestou uma preocupação com a insegurança jurídica. “O empresário deixa de gerar empregos, por que tem medo de contratar. Temos a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dos anos 1970, uma infinidade de normas que causa insegurança jurídica e fica perigoso contratar pessoas.”

O empresário Valmor Scapini destacou que as mudanças na legislação devem ser implantadas o mais rápido possível para não comprometer ainda mais o setor de transporte de cargas. Já o presidente da Federação dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul (Federacon Rs), Glicério Bergesch entregou para o ministro a Carta de Florianópolis, um documento com sugestões que possam reverter o quadro atual no país.

Sobre a NR-12, o ministro acrescentou que pretende estender o prazo de implantação da normativa e criar linhas de crédito para que as empresas tenham condições de melhorar o parque de máquinas. 

Saiba sobre a legislação trabalhista: 
De acordo com o ministro, as propostas do governo levam em conta três eixos fundamentais: 
-segurança jurídica 
-ocupação com renda
-consolidação do direito do trabalhador e do empregador. 

A negociação coletiva vai ter força de lei para definir sobre a jornada de trabalho, reduzir a jornada e o salário. A homologação será feita pelo sindicado representativo de cada classe. O trabalhador vai poder escolher qual regime que quer ser cadastrado no MT, se pelo regime celetista, por hora, sazonal ou contrato de serviço especializado. 

Simone Wobeto - AI CIC VT

Rio Grande do Sul:

Após participar da primeira reunião com integrantes da cúpula da Segurança Pública do Rio Grande do Sul nesta segunda, o novo secretário Cezar Schirmer disse que quer multiplicar esforços para solucionar o problema da violência no Estado. Uma das prioridades será criar mais vagas no sistema prisional gaúcho.

Schirmer reiterou que os recursos do Rio Grande do Sul são escassos, mas prometeu ações efetivas e articuladas para conter a criminalidade. "Está na hora do poder público enfrentar essa realidade com firmeza e tirar criminosos das ruas. Vamos nos debruçar sobre este assunto a partir de quinta-feira, mas já tenho conhecimento de que no curto prazo é possível ampliar o número de vagas", argumentou.

Brasil:

Em um dia de poucos negócios por causa do feriado nos Estados Unidos, a moeda norte-americana subiu e fechou no nível

mais alto em mais de 40 dias. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira, vendido a R$ 3,282, com alta de R$ 0,029 (+0,88%). A moeda está na maior cotação desde 28 de julho (R$ 3,297). 

A moeda chegou a operar próximo da estabilidade durante a manhã, mas começou a subir às 10h até encerrar no valor máximo. A divisa acumula alta de 1,63% em setembro, mas caiu 16,87% em 2016.

Por causa do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, o mercado financeiro norte-americano não funcionou hoje, resultando em baixo volume de negociação no mercado internacional. A cotação foi influenciada por fatores internos, como as negociações em torno da reforma da Previdência e a compra de US$ 500 milhões no mercado futuro pelo Banco Central, em operação conhecida como swap cambial reverso.

Mundo:

A chancelaria boliviana classificou nesta segunda-feira de "precipitada" a reação do novo governo do Brasil, que criticou a decisão de La Paz de chamar seu embaixador para consulta, após o impeachment de Dilma Rousseff. O ministro David Choquehuanca disse que "são precipitadas as declarações de nosso irmão chanceler" do Brasil, José Serra, que afirmou que a Bolívia usa o conflito político brasileiro para distrair sua população dos problemas internos e que La Paz deu um "tiro no pé", ao chamar seu embaixador para consultas.

A Bolívia criticou o impeachment de Dilma e se uniu a outros países que integram a Alba, como Venezuela, Equador e Nicarágua, que expressaram ser contrários ao processo parlamentar que tirou a ex-presidente do poder. "Eu não sei, por que essas declarações, todos os presidentes podem chamar seus embaixadores para consulta, porque querem ter informação direta", afirmou o chefe da diplomacia boliviana, que esclareceu que seu governo não retirou seu embaixador em Brasília, como fez a Venezuela.

O embaixador boliviano José Kinn já se encontra na Bolívia, confirmou Choquehuanca, que informou que não dará qualquer explicação ao país vizinho. "Ninguém tem que explicar nada a ninguém, não temos por que dar explicações a alguém, soberanamente os países decidem convocar seus embaixadores", afirmou. "Às vezes a pessoa se emociona, não se controla, sai do controle, isso acontece com todas as pessoas, com as autoridades, com os dirigentes de futebol, com os sindicatos, e depois basta refletir".

Perguntado se o novo cenário político no Brasil e as críticas de La Paz ao impeachment afetariam a nova negociação bilateral em andamento para ampliar um contrato de compra-venda de gás, Choquehuanca disse esperar que isso não aconteça. Bolívia e Brasil estão unidos por uma fronteira comum de 3.133 quilômetros e parte das receitas econômicas bolivianas dependem de seus 30 milhões de metros cúbicos diários de gás que vão, principalmente, para São Paulo.